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domingo, 16 de agosto de 2015
sexta-feira, 30 de maio de 2014
30/05/2014
Acusado de mandar matar vereador pega 18 anos de prisão
Foi condenado a 18 anos e oito
meses de prisão na noite de quinta-feira, 29, o homem acusado de ser o
mandante do assassinato do vereador Edvaldo José Nalin (DEM), executado a
tiros no interior de sua casa, em outubro de 2010, em Analândia, região
central do Estado de São Paulo.
O réu, Luiz Carlos Perin, estava foragido desde 2013, mas compareceu ao Fórum de Itirapina, onde ocorreu a sessão do júri, acompanhado de advogado. Após a leitura da sentença pelo juiz Felippe Rosa Pereira, ele foi levado para um presídio da região. O advogado do réu, Arlindo Basílio, vai pedir um novo julgamento.
O vereador foi assassinado na sala de sua casa, na presença de familiares, por dois homens com os rostos cobertos que chegaram de moto e invadiram o local. Na época, ele havia denunciado na Câmara irregularidades na gestão do então prefeito José Roberto Perin (DEM), irmão de Luiz Carlos. O acusado, que trabalhava na prefeitura, ameaçou o vereador de morte. As investigações o ligaram à execução. Preso preventivamente, ele ficou seis meses no presídio de Itirapina, mas sua defesa conseguiu um habeas corpus.
Em liberdade, o suspeito foi acusado de coagir testemunhas e a Justiça voltou a expedir ordem de prisão, mas Luiz Carlos fugiu. A ONG Amigos Associados de Analândia (Amasa), que atua contra a corrupção, cobrou justiça e não deixou o caso cair no esquecimento. Familiares da vítima acompanharam o julgamento com faixas e cartazes. "Foi feita a justiça", disse a esposa do vereador, Kátia Nalin.
O réu, Luiz Carlos Perin, estava foragido desde 2013, mas compareceu ao Fórum de Itirapina, onde ocorreu a sessão do júri, acompanhado de advogado. Após a leitura da sentença pelo juiz Felippe Rosa Pereira, ele foi levado para um presídio da região. O advogado do réu, Arlindo Basílio, vai pedir um novo julgamento.
O vereador foi assassinado na sala de sua casa, na presença de familiares, por dois homens com os rostos cobertos que chegaram de moto e invadiram o local. Na época, ele havia denunciado na Câmara irregularidades na gestão do então prefeito José Roberto Perin (DEM), irmão de Luiz Carlos. O acusado, que trabalhava na prefeitura, ameaçou o vereador de morte. As investigações o ligaram à execução. Preso preventivamente, ele ficou seis meses no presídio de Itirapina, mas sua defesa conseguiu um habeas corpus.
Em liberdade, o suspeito foi acusado de coagir testemunhas e a Justiça voltou a expedir ordem de prisão, mas Luiz Carlos fugiu. A ONG Amigos Associados de Analândia (Amasa), que atua contra a corrupção, cobrou justiça e não deixou o caso cair no esquecimento. Familiares da vítima acompanharam o julgamento com faixas e cartazes. "Foi feita a justiça", disse a esposa do vereador, Kátia Nalin.
30/05/2014 -
Casal que matou empresários é condenado a 83 anos de prisão no Paraná
O casal acusado de matar dois
empresários de Cascavel, no oeste do Paraná, foi condenado a 83 anos de
prisão. O crime é do dia 27 de fevereiro de 2012. O julgamento de Andrea
Dias e Hermes dos Santos durou toda a quinta-feira (29).
Segundo as investigações, os publicitários Jair Pereira da Silva, de 38 anos, e Rodrigo Carlos Federhen, de 32, foram assassinados depois de venderem uma casa aos acusados.
O casal teria confirmado a transação de R$ 290 mil e assassinado os empresários a facadas para recuperar o valor pago.
Andrea foi condenada a 46 anos, dez meses e cinco dias de prisão em regime fechado pelos dois homicídios, estelionato e tentativa de ocultação de cadáver. Já Montanário foi condenado a 36 anos e nove meses de prisão pelos crimes de homicídios e tentativa de ocultação
Segundo as investigações, os publicitários Jair Pereira da Silva, de 38 anos, e Rodrigo Carlos Federhen, de 32, foram assassinados depois de venderem uma casa aos acusados.
O casal teria confirmado a transação de R$ 290 mil e assassinado os empresários a facadas para recuperar o valor pago.
Andrea foi condenada a 46 anos, dez meses e cinco dias de prisão em regime fechado pelos dois homicídios, estelionato e tentativa de ocultação de cadáver. Já Montanário foi condenado a 36 anos e nove meses de prisão pelos crimes de homicídios e tentativa de ocultação
sábado, 3 de maio de 2014
Mulher é executada a tiros no interior do veículo na Av. Costa e Silva
Data: 03/05/2014 -No local, os socorristas do Siate constataram que uma mulher, condutora do veículo Fiat / Palio, de placas AGN-1242, de Foz do Iguaçu, já encontrava-se em óbito, sendo o local isolado até a chegada da Delegacia de Homicídios, Policia Cientifica e o Instituto Médico Legal.
Segundo informações obtidas no local, um homem utilizando uma motocicleta Honda / Biz, de cor preta, teria efetuado os disparos contra o veículo, fugindo rapidamente tomado sentido a Rodovia BR-277.
A condutora do veículo foi identificada como sendo Eunice Pereira da Silva, de 47 anos, sendo que compareceu no local os familiares da vítima, que informaram aos policiais que “Eunice” não tinha desavença com ninguém e que a muito tempo atrás já teria trabalhado com mercadorias oriundas do Paraguai, porem já havia parado e estava deslocando para o trabalho.
Com a chegada da Policia Cientifica o local foi periciado, sendo constatado macroscopicamente que a vítima teria sido alvejada por pelo menos quatro disparos de arma de fogo, o qual atingiu o pescoço, abdômen e pernas.
Após a perícia técnica, o corpo de Eunice Pereira da Silva, de 47 anos, foi encaminhado ao IML para procedimento de necropsia e posterior liberação aos familiares.
03/05/2014 -
Dupla é morta em confronto com PM
Londrina – Dois
suspeitos morreram em confronto com a equipe das Rondas Ostensivas
Táticas Metropolitanas (Rotam) da 4ª Companhia Independente da Polícia
Militar de Londrina na noite de quinta-feira. A ocorrência foi
registrada no Jardim Progresso, na zona norte de Londrina.
De acordo com informações da PM, os homens invadiram uma residência em Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina) e levaram uma Saveiro, fugindo pela BR-369. O dono da casa conseguiu emprestar um automóvel de um vizinho e perseguiu os ladrões pela rodovia, enquanto fazia contato com a Polícia Militar pelo 190.
As viaturas interceptaram os suspeitos no Jardim Progresso. De acordo com a PM, a dupla parou e desceu do veículo com armas em punho, atirando contra os policiais, que reagiram e acertaram os dois homens. O Siate foi acionado para socorrê-los, mas eles morreram no local.
A PM apreendeu dois revólveres calibre 38 com a dupla, um deles com numeração raspada. O veículo foi recuperado sem danos e entregue ao proprietário.
De acordo com informações da PM, os homens invadiram uma residência em Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina) e levaram uma Saveiro, fugindo pela BR-369. O dono da casa conseguiu emprestar um automóvel de um vizinho e perseguiu os ladrões pela rodovia, enquanto fazia contato com a Polícia Militar pelo 190.
As viaturas interceptaram os suspeitos no Jardim Progresso. De acordo com a PM, a dupla parou e desceu do veículo com armas em punho, atirando contra os policiais, que reagiram e acertaram os dois homens. O Siate foi acionado para socorrê-los, mas eles morreram no local.
A PM apreendeu dois revólveres calibre 38 com a dupla, um deles com numeração raspada. O veículo foi recuperado sem danos e entregue ao proprietário.
domingo, 27 de abril de 2014
27/04/2014
Vereador de Jataizinho teria fraudado licitação
Um morador de Jataizinho (Região Metropolitana de Londrina)
pediu a cassação do vereador Alex Faria (PRB), presidente da Câmara Municipal,
por suposta fraude em licitação para o serviço de licenciamento e manutenção de
softwares de gerenciamento da contabilidade, recursos humanos e portal de acesso
à informação. O pintor Dilermando Silani protocolou a representação no último
dia 11 e também pede o afastamento do presidente de sua função na Mesa até a
decisão final, conforme prevê o Código de Ética da Câmara, a abertura de
comissão processante (CP) e o afastamento dos membros da comissão de licitação,
que são cargos comissionados de Faria.
A suposta fraude é alvo de investigação instaurada pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Ibiporã em outubro do ano passado, a partir de denúncia de Wilson Fernandes (PDT), ex-prefeito de Jataizinho (2005-2012), primo de Silani. Segundo investigações da promotora Josilaine Aleteia de Andrade, nenhum dos representantes das três empresas que participaram da licitação por meio de carta-convite esteve presente na sessão de abertura dos envelopes. Ouvidos por meio de cartas precatórias em Toledo, Castro e Curitiba, os empresários disseram que não participaram da sessão e atestaram que as assinaturas na ata a eles atribuídas eram falsas. Até mesmo o representante da empresa Paulo Schelbauer Informática, vencedora da licitação, confirmou que não estava na sessão.
Fernandes disse que desconfiou de irregularidades na licitação ao perceber que o preço do serviço dobrou de um ano para o outro. "O serviço custava cerca de R$ 12 mil em 2012 e passou para R$ 29 mil em 2013", afirmou. O contrato foi prorrogado por nove meses, até o final deste ano, ao custo de R$ 21,6 mil.
A promotora afirmou que o procedimento "ainda não está maduro para pedir o afastamento" e disse que já requisitou a abertura de inquérito policial. "Em tese, há cometimento de crime de falsidade ideológica e por isto há necessidade de investigação policial." Para apurar prática de improbidade, Josilaine aguarda documentos da Câmara, cuja solicitação foi reiterada esta semana, e deve convocar pessoas para prestar depoimento, entre elas o próprio presidente do Legislativo e os membros da comissão de licitação. Dois deles são cargos comissionados de Alex Faria e a terceira trabalha como auxiliar de serviços gerais na Câmara.
A representação de Silani não foi lida em plenário na última sessão legislativa, em 14 de abril. O presidente disse aos vereadores que ela não preenchia requisitos formais.
"Falei ao presidente que ele tinha que se afastar da presidência, já que a denúncia era contra ele, mas ele usou uma manobra sobre a falta de documentos e não colocou a denúncia em votação", disse o vereador Dill (PDT). "Acho que ele fez essa manobra para ganhar tempo. Esperamos que seja lida na sessão da próxima segunda-feira", comentou outro pedetista, o vereador Gordo.
A reportagem da FOLHA tentou falar com Faria durante a semana, mas ele não deu retorno. O assessor jurídico José Augusto informou que o pedido de cassação está em análise. Ele não comentou sobre a suposta fraude na licitação.
A suposta fraude é alvo de investigação instaurada pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Ibiporã em outubro do ano passado, a partir de denúncia de Wilson Fernandes (PDT), ex-prefeito de Jataizinho (2005-2012), primo de Silani. Segundo investigações da promotora Josilaine Aleteia de Andrade, nenhum dos representantes das três empresas que participaram da licitação por meio de carta-convite esteve presente na sessão de abertura dos envelopes. Ouvidos por meio de cartas precatórias em Toledo, Castro e Curitiba, os empresários disseram que não participaram da sessão e atestaram que as assinaturas na ata a eles atribuídas eram falsas. Até mesmo o representante da empresa Paulo Schelbauer Informática, vencedora da licitação, confirmou que não estava na sessão.
Fernandes disse que desconfiou de irregularidades na licitação ao perceber que o preço do serviço dobrou de um ano para o outro. "O serviço custava cerca de R$ 12 mil em 2012 e passou para R$ 29 mil em 2013", afirmou. O contrato foi prorrogado por nove meses, até o final deste ano, ao custo de R$ 21,6 mil.
A promotora afirmou que o procedimento "ainda não está maduro para pedir o afastamento" e disse que já requisitou a abertura de inquérito policial. "Em tese, há cometimento de crime de falsidade ideológica e por isto há necessidade de investigação policial." Para apurar prática de improbidade, Josilaine aguarda documentos da Câmara, cuja solicitação foi reiterada esta semana, e deve convocar pessoas para prestar depoimento, entre elas o próprio presidente do Legislativo e os membros da comissão de licitação. Dois deles são cargos comissionados de Alex Faria e a terceira trabalha como auxiliar de serviços gerais na Câmara.
A representação de Silani não foi lida em plenário na última sessão legislativa, em 14 de abril. O presidente disse aos vereadores que ela não preenchia requisitos formais.
"Falei ao presidente que ele tinha que se afastar da presidência, já que a denúncia era contra ele, mas ele usou uma manobra sobre a falta de documentos e não colocou a denúncia em votação", disse o vereador Dill (PDT). "Acho que ele fez essa manobra para ganhar tempo. Esperamos que seja lida na sessão da próxima segunda-feira", comentou outro pedetista, o vereador Gordo.
A reportagem da FOLHA tentou falar com Faria durante a semana, mas ele não deu retorno. O assessor jurídico José Augusto informou que o pedido de cassação está em análise. Ele não comentou sobre a suposta fraude na licitação.
27/04/2014
Dezoito detentas fogem do 3º DP
Londrina – Dezoito detentas do 3º Distrito Policial (zona
oeste de Londrina) fugiram na sexta-feira à noite, por volta das 22 horas.
Quatro foram recapturadas logo em seguida, nas imediações do DP.
Segundo informações da Polícia Civil, elas abriram um buraco no solário e, utilizando uma corda improvisada com roupas, tiveram acesso ao telhado. A mesma corda foi utilizada para rebaixar o rolo de concertina (arame colocado em volta da unidade). Ao chegar ao portão lateral, o cadeado estava serrado, o que indica que houve apoio externo.
Na hora da fuga havia apenas um investigador da Polícia Civil, que acionou a Polícia Militar. A PM conseguiu conter 43 das 60 detentas que estavam no local, cuja capacidade é para abrigar 30 pessoas. Testemunhas chegaram a avistar um Fiat Palio nas imediações, mas o número da placa e a cor do veículo não foram identificadas devido à escuridão.
Uma mulher, que mora nas proximidades do distrito, contou que estava no quintal e presenciou a fuga. "Elas pularam do telhado e passaram por cima dos carros que estavam estacionados no pátio do distrito", relatou. Outro vizinho relatou ter ouvido os tiros para conter a fuga. "Foram vários tiros. Depois várias mulheres saíram correndo", afirmou.
Segundo investigação preliminar da Polícia, três detentas teriam organizado a fuga. Das 14 foragidas, seis eram condenadas - todas por tráfico de drogas - e oito estavam em regime de prisão provisória. Segundo a PC, cinco já estavam com a pena praticamente cumprida. Elas não haviam sido recapturadas até o fechamento da edição.
Segundo informações da Polícia Civil, elas abriram um buraco no solário e, utilizando uma corda improvisada com roupas, tiveram acesso ao telhado. A mesma corda foi utilizada para rebaixar o rolo de concertina (arame colocado em volta da unidade). Ao chegar ao portão lateral, o cadeado estava serrado, o que indica que houve apoio externo.
Na hora da fuga havia apenas um investigador da Polícia Civil, que acionou a Polícia Militar. A PM conseguiu conter 43 das 60 detentas que estavam no local, cuja capacidade é para abrigar 30 pessoas. Testemunhas chegaram a avistar um Fiat Palio nas imediações, mas o número da placa e a cor do veículo não foram identificadas devido à escuridão.
Uma mulher, que mora nas proximidades do distrito, contou que estava no quintal e presenciou a fuga. "Elas pularam do telhado e passaram por cima dos carros que estavam estacionados no pátio do distrito", relatou. Outro vizinho relatou ter ouvido os tiros para conter a fuga. "Foram vários tiros. Depois várias mulheres saíram correndo", afirmou.
Segundo investigação preliminar da Polícia, três detentas teriam organizado a fuga. Das 14 foragidas, seis eram condenadas - todas por tráfico de drogas - e oito estavam em regime de prisão provisória. Segundo a PC, cinco já estavam com a pena praticamente cumprida. Elas não haviam sido recapturadas até o fechamento da edição.
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