09/10/2012
Policial é investigado por suspeita de atropelar travesti
O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e a
Corregedoria da Polícia Civil investigam um policial suspeito de
atropelar um travesti na manhã de anteontem, na zona sul de São Paulo. O
policial foi preso hoje de madrugada por posse ilegal de arma - ele
estava afastado das funções e não tinha permissão para usar armas.
No momento da prisão, agentes teriam percebido manchas de sangue no carro do policial, o que levantou suspeitas de envolvimento no atropelamento do travesti.
Wanderson da Silva, 24, morreu após ser arrastado por um carro por duas quadras, na zona sul de São Paulo. Segundo a polícia, o travesti tinha entrado no carro de um suposto cliente por volta das 7h. Eles estavam em um hotel, na avenida dos Bandeirantes, quando houve uma discussão e Silva saiu do carro. Ainda de acordo com a polícia, assim que o travesti desceu do veículo, o motorista acelerou. Wanderson, então, se agarrou no capô do carro e o motorista continuou dirigindo, arrastando a vítima até alameda dos Piratinins.
As amostras de sangue foram colhidas e levadas para analise mas, segundo a Corregedoria da Polícia Civil, o laudo preliminar aponta que o sangue não é do travesti.
Após prestar depoimento, o policial foi solto e permanece em liberdade.
No momento da prisão, agentes teriam percebido manchas de sangue no carro do policial, o que levantou suspeitas de envolvimento no atropelamento do travesti.
Wanderson da Silva, 24, morreu após ser arrastado por um carro por duas quadras, na zona sul de São Paulo. Segundo a polícia, o travesti tinha entrado no carro de um suposto cliente por volta das 7h. Eles estavam em um hotel, na avenida dos Bandeirantes, quando houve uma discussão e Silva saiu do carro. Ainda de acordo com a polícia, assim que o travesti desceu do veículo, o motorista acelerou. Wanderson, então, se agarrou no capô do carro e o motorista continuou dirigindo, arrastando a vítima até alameda dos Piratinins.
As amostras de sangue foram colhidas e levadas para analise mas, segundo a Corregedoria da Polícia Civil, o laudo preliminar aponta que o sangue não é do travesti.
Após prestar depoimento, o policial foi solto e permanece em liberdade.
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