PREFEITO DERROTADO NO PARANÁ CORTA BAILE DA TERCEIRA IDADE
A
diversão dos idosos que participam do baile da terceira idade em Ampére,
no sudoeste do Paraná, está com os dias contados. O problema é que eles
não estão conseguindo manter os gastos do baile sem a ajuda da
prefeitura, que deixou de colaborar com o dinheiro logo após as eleições
de 2012. Eles reclamam e afirmam que o atual prefeito Flávio Penso (PP) cortou a verba logo após ter sido derrotado pelo candidato Hélio Alves(PDT) que teve 53,32% dos votos válidos. O atual prefeito teve 43,06% dos votos válidos. Em terceiro ficou o candidato Professor Dirceu, Sirtoli (PSB), com 2,62% dos votos.
"Não
havia mais lanche para terceira idade, não havia mais o gaiteiro e nem
transporte", explica a idosa Maria Terezinha Steimbach. O baile, por
enquanto, é mantido com a verba de uma poupança que seria usada pelo
grupo da terceira idade para viajar no fim do ano.
"Assim
ele vai deixar o pessoal malvado. Um dia se ele voltar com uma coisa ou
outra o pessoal conhece ele né?", indaga o aposentado Gilberto
Stainheuser.
Além
disso, a população também reclama que as estagiárias da rede estadual de
ensino foram dispensadas antes do término do calendário escolar. Os
postos de saúde também foram fechados, segundo os moradores.
Resposta do prefeito
O prefeito Flávio Penso negou os fatos e disse que os idosos estão exigindo demais. "Isso não é verdade. A gente quis trocar o músico para tocar no baile e eles não querem. Eles querem o músico deles. Daí a gente combinou e eles vão pagar o músico deles. Nós vamos continuar oferecendo lanche, alimentação, não foi cortado nada. Aliás, não é nossa obrigação fazer isso".
O prefeito Flávio Penso negou os fatos e disse que os idosos estão exigindo demais. "Isso não é verdade. A gente quis trocar o músico para tocar no baile e eles não querem. Eles querem o músico deles. Daí a gente combinou e eles vão pagar o músico deles. Nós vamos continuar oferecendo lanche, alimentação, não foi cortado nada. Aliás, não é nossa obrigação fazer isso".
Sobre a
questão das estagiárias, ele afirmou que houve um remanejamento de
pessoal. "Isso é fechamento de ano. Houve um remanejamento pessoal. A
gente tirou nossos comissionados, cortou 'na carne' as gratificações e
as horas extras", ressaltou.
Ele
também negou que os postos de saúde tenham sido fechados. "Também não é
verdade. Nós fizemos um remanejamento dos médicos apenas. Todo o serviço
continua sendo feito normalmente, inclusive hoje, sexta-feira (12),
estão funcionando normalmente com medicamentos e exames agendados".
Final do mandato
"Vou terminar meu mandato como manda a lei. Vou cumprir minhas obrigações. Se o meu serviço, o meu trabalho, durante quatro anos, o povo achou que não foi um bom trabalho. Eu agora vou seguir estritamente dentro da lei. E se eu não seguir a lei, haverá processo contra a minha pessoa, e eu não quero ser processado", destacou o prefeito
"Vou terminar meu mandato como manda a lei. Vou cumprir minhas obrigações. Se o meu serviço, o meu trabalho, durante quatro anos, o povo achou que não foi um bom trabalho. Eu agora vou seguir estritamente dentro da lei. E se eu não seguir a lei, haverá processo contra a minha pessoa, e eu não quero ser processado", destacou o prefeito
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