segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

  03 de Dezembro de 2012

Funcionário da Emater baleado em Califórnia morre no hospital

Edson Luis Castanho, de 42 anos, estava internado no Hospital da Providência


O Instituto Médico Legal (IML) de Apucarana confirmou nesta segunda-feira (3) a realização de necropsia do corpo do funcionário público Edson Luis Castanho, de 42 anos, mais conhecido com Edson da Emater.

Ele ficou gravemente ferido em tumulto generalizado ocorrido por volta das 16h20 do dia 28 de outubro (um domingo), próximo ao Mercado e Lanchonete Pague Menos, situado na Avenida Ponta Grossa, em Califórnia.

De acordo com a Polícia Militar (PM), na oportunidade várias pessoas telefonaram para o número 190 e relataram que estaria ocorrendo uma briga entre os frequentadores do local.

As informações de populares davam conta ainda que tiros haviam sido disparados e uma pessoa estava ferida por projéteis de arma de fogo. Além de ser ferido a tiros, a vítima ainda foi surrada com uma corrente.
 
03/12/2012

Cliente é levado como refém após assalto em farmácia

Uma pessoa foi levada como refém por dois homens armados após assalto em uma farmácia no início da manhã desta segunda-feira (3), no bairro Hauer, em Curitiba. O crime ocorreu na Avenida Marechal Floriano Peixoto, por volta das 6 horas.

De acordo com a Polícia Militar, dois homens entraram na farmácia para assaltar o local. Após a ação, a dupla teria levado como refém um cliente que estava na farmácia no veículo que pertencia ao cliente.

A PM trata o caso como suposto sequestro e ainda não confirma o desaparecimento do cliente, mas não há informações sobre o paradeiro da pessoa.
 
 
03/12/2012

Cinegrafista da Tarobá é agredido durante reportagem

Um cinegrafista da TV Tarobá, de Foz do Iguaçu, foi agredido no final de semana durante uma reportagem. Na madrugada do sábado (1º), por volta das 5h, ele estava em um posto de combustíveis, localizado na avenida das Cataratas, fazendo imagens sobre uma ocorrência de perturbação de sossego.

A Polícia Militar foi acionada diversas vezes para o fato. No local, vários rapazes estavam consumindo bebida alcoólica e ouvindo música alta no pátio do posto. De acordo com o editor do programa Brasil Urgente, Théo Vieira, um frentista avisou os rapazes de que o cinegrafista estava no local flagrando o abuso. Um deles, então, foram tirar satisfação.

"Um dos rapazes foi perguntar o que ele estava fazendo. E aí passou a agredir verbalmente o cinegrafista e também tentou tomar o equipamento dele".

Logo em seguida a PM chegou ao local, mas o suspeito continuou ofendendo o cinegrafista. A PM, no entanto, fez a orientação e ninguém acabou sendo encaminhado.

O repórter cinematográfico fez um boletim de ocorrência ainda durante a tarde do sábado. A câmera e o microfone usados por ele ficaram danificados.

No outro dia, o suspeito de agredir e quebrar o equipamento ainda procurou o cinegrafista para pedir desculpas e tentar amenizar a situação.

03/12/2012 -- 17h16

Vereadora é punida por chamar colegas de "gentalha"

O Conselho de Ética da Câmara Municipal de Curitiba determinou, nesta segunda-feira (3), punição para a vereadora Renata Bueno (PPS) por quebra de decoro parlamentar. Ela teria se referido a colegas da casa como "gentalha". A comissão julgou a expressão como "injuriosa", "ofensiva" e "de intenção maldosa".

A punição consistirá em uma censura escrita, uma espécie de advertência que alerta a vereadora sobre o erro. A decisão será remetida pelo presidente do Conselho de Ética da Câmara de Curitiba, Francisco Garcez (PSDB), à Mexa Executiva da Casa, que deve aplicar a punição à parlamentar.

Outro processo ao qual a vereadora estava sendo investigada, por suposto nepotismo cruzado, foi arquivado pelo Conselho de Ética. A suspeita era de que o tio da vereadora seria funcionário de outro parlamentar da casa, o vereador Zé Maria (PPS).

Os parlamentares que investigaram o caso entenderam que "não houve troca de favorecimento entre os dois vereadores", pois nenhuma pessoa vinculada a Zé Maria trabalhou no gabinete de Renata Bueno. Neste cenário, entenderam que o funcionário em questão, por trabalhar na Câmara de Curitiba desde 2004, não foi beneficiado pela vitória eleitoral da vereadora, cujo mandato começou somente anos depois, em 2009.

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