04/12/2012
Crime teria sido motivado por homofobia
Imagens do circuito interno de estabelecimentos da Rua Quintino Bocaiúva mostram Silva saindo do carro dele, um Volkswagen Fox com placas de Cambé, e atirado na direção do promotor. Lucas Ferraciolli foi atingido por um tiro na nuca e não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil apreendeu o carro do investigado no Jardim das Américas, zona norte de Londrina. Dentro do Fox havia um revólver calibre 22. Welington Silva tem um histórico de transtornos: já esteve internado duas vezes em clínicas psiquiátricas e faz uso de remédios controlados. Ele não tinha porte de arma e no passado já havia sido denunciado criminalmente por ameaça e lesão corporal.
As imagens do circuito de segurança também mostram que o acusado estava com um amigo no carro, que teria lhe dado fuga após o crime. ''Esta pessoa, inclusive, dirigiu o veículo. Embora tenha uma participação de menor importância, passa a ser o coautor do crime'', revelou o delegado operacional da 10 Subdivisão Policial, Willian Douglas Soares.
Caso Patrícia Acioli
Delegado confirma que juíza foi morta por prender PMs
Julgamento teve início nesta terça-feira. Dos
sete jurados que integram o conselho de sentença, cinco são homens e
duas são mulheres. Uma terceira mulher que integraria o júri foi
descartada pela defesa
04/12/2012
Começou
com uma hora de atraso nesta terça-feira (4) o julgamento do cabo da PM
Sérgio Costa Júnior, um dos 11 policiais militares acusados de
envolvimento no assassinato da juíza Patrícia Acioli.
Ela foi morta com tiros à queima roupa em 2011 na porta de casa, em
Niterói, na região metropolitana do Rio. Dos sete jurados que integram o
conselho de sentença, cinco são homens e duas são mulheres. Uma
terceira mulher que integraria o júri foi descartada pela defesa.
A primeira testemunha de acusação a ser interrogada foi o delegado Felipe Ettore, que chefiava a divisão de homicídios da Polícia Civil do Rio na época do crime e conduziu as investigações. O delegado afirmou que a postura "linha dura" adotada pela juíza contra maus policiais do Batalhão de São Gonçalo incomodava o então comandante da unidade, Claudio Luiz Silva de Oliveira.
O delegado confirmou a versão de que o estopim da morte da juíza foi a decretação da prisão de policiais do batalhão envolvidos na execução de Diego Belini, crime ocorrido no dia 3 de junho de 2011, no morro do Salgueiro, em São Gonçalo, na Baixada Fluminense. Os PMs registraram o caso como auto de resistência (morte de suspeito em confronto com a polícia), mas após as investigações a juíza concluiu que o rapaz havia sido executado.
Ettore disse ainda que o bando havia tentado matar Patrícia Acioli duas vezes antes de cometer o crime em agosto de 2011. Segundo ele, o plano inicial da quadrilha era contratar uma milícia para executar a juíza. O plano foi abortado quando, no dia 11 de agosto, antes de deixar o fórum de São Gonçalo, Patrícia decretou a prisão dos policiais envolvidos na morte de Belini. O grupo decidiu, então, executar a juíza naquela mesma noite, ao chegar em casa, no município de Niterói.
A primeira testemunha de acusação a ser interrogada foi o delegado Felipe Ettore, que chefiava a divisão de homicídios da Polícia Civil do Rio na época do crime e conduziu as investigações. O delegado afirmou que a postura "linha dura" adotada pela juíza contra maus policiais do Batalhão de São Gonçalo incomodava o então comandante da unidade, Claudio Luiz Silva de Oliveira.
O delegado confirmou a versão de que o estopim da morte da juíza foi a decretação da prisão de policiais do batalhão envolvidos na execução de Diego Belini, crime ocorrido no dia 3 de junho de 2011, no morro do Salgueiro, em São Gonçalo, na Baixada Fluminense. Os PMs registraram o caso como auto de resistência (morte de suspeito em confronto com a polícia), mas após as investigações a juíza concluiu que o rapaz havia sido executado.
Ettore disse ainda que o bando havia tentado matar Patrícia Acioli duas vezes antes de cometer o crime em agosto de 2011. Segundo ele, o plano inicial da quadrilha era contratar uma milícia para executar a juíza. O plano foi abortado quando, no dia 11 de agosto, antes de deixar o fórum de São Gonçalo, Patrícia decretou a prisão dos policiais envolvidos na morte de Belini. O grupo decidiu, então, executar a juíza naquela mesma noite, ao chegar em casa, no município de Niterói.
Bandeirinha morre após ser agredido por
atletas na Holanda
Homem de 41 anos trabalhava em liga amadora voltada para atletas jovens. Três suspeitos, entre 15 e 16 anos, foram detidos
04/12/2012
Um bandeirinha
de 41 anos morreu, na última segunda-feira (3), após ser agredido por
adolescentes que participavam de uma ligada amadora, voltada para
jovens, na Holanda. Richard Nieuwenhuizen trabalhou em uma partida em que seu filho atuou, no último fim de semana na cidade de Almere. Depois do jogo, atletas do outro time agrediram o homem. Três suspeitos, entre 15 e 16 anos, foram apreendidos.
De acordo com o jornal inglês “The Telegraph”, a vítima chegou a ser socorrida, levada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O Nieuw Sloten, clube de Amsterdam em que atuavam os jovens agressores, anunciou que os atletas foram banidos, que a equipe se retirou da liga e suspendeu as atividades provisoriamente.
“Você não acredita que isso pode acontecer. Essa crianças de 15, 16 anos estão jogando futebol, você vem assistir e acontece uma coisa dessas”, disse o presidente do Buitenboys, equipe onde atuava o filho do bandeirinha, em entrevista ao canal local NOS.
De acordo com o jornal inglês “The Telegraph”, a vítima chegou a ser socorrida, levada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O Nieuw Sloten, clube de Amsterdam em que atuavam os jovens agressores, anunciou que os atletas foram banidos, que a equipe se retirou da liga e suspendeu as atividades provisoriamente.
“Você não acredita que isso pode acontecer. Essa crianças de 15, 16 anos estão jogando futebol, você vem assistir e acontece uma coisa dessas”, disse o presidente do Buitenboys, equipe onde atuava o filho do bandeirinha, em entrevista ao canal local NOS.
Operação Purificação prende 59 PMs e 11 traficantes no RJ
De acordo com a investigação, PMs recebiam propina de traficantes para não coibir atividades criminosas em 13 favelas do RJ
04/12/2012 | 12:47
Cinquenta
e nove policiais militares e 11 traficantes já foram presos em operação
conjunta realizada pela Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro e a
Polícia Federal nesta terça-feira (4). As investigações começaram há um
ano. Na época, todos os PMs acusados estavam lotados no 15º Batalhão, em
Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
De acordo com a investigação, PMs recebiam propina de traficantes para não coibir atividades criminosas em 13 favelas da região, todas sob domínio do Comando Vermelho.
Os acusados foram denunciados pelos crimes de formação de quadrilha armada, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção ativa, corrupção passiva e extorsão mediante sequestro. A Operação Purificação prevê o cumprimento de 83 mandados de prisão, sendo 65 de policiais militares e 18 de integrantes da principal facção do tráfico de drogas do Estado do Rio, o Comando Vermelho. Também estão sendo cumpridos 112 mandados de busca e apreensão nas casas dos denunciados e em batalhões da PM.
O principal alvo dos policiais era a favela Vai Quem Quer, mas eles agiam também nas comunidades Beira-Mar, Santuário, Santa Clara, Centenário, Parada Angélica, Jardim Gramacho, Jardim Primavera, Corte Oito, Vila Real, Vila Operário, Parque das Missões e Complexo da Mangueirinha.
Polícia Militar entrou em confronto com torcedores do Corinthians no aeroporto de Guarulhos
Mundial de Clubes
De acordo com a investigação, PMs recebiam propina de traficantes para não coibir atividades criminosas em 13 favelas da região, todas sob domínio do Comando Vermelho.
Os acusados foram denunciados pelos crimes de formação de quadrilha armada, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção ativa, corrupção passiva e extorsão mediante sequestro. A Operação Purificação prevê o cumprimento de 83 mandados de prisão, sendo 65 de policiais militares e 18 de integrantes da principal facção do tráfico de drogas do Estado do Rio, o Comando Vermelho. Também estão sendo cumpridos 112 mandados de busca e apreensão nas casas dos denunciados e em batalhões da PM.
O principal alvo dos policiais era a favela Vai Quem Quer, mas eles agiam também nas comunidades Beira-Mar, Santuário, Santa Clara, Centenário, Parada Angélica, Jardim Gramacho, Jardim Primavera, Corte Oito, Vila Real, Vila Operário, Parque das Missões e Complexo da Mangueirinha.
Se fizer isso no japão não voltam para o brasil tão
cedo
Polícia Militar entrou em confronto com torcedores do Corinthians no aeroporto de Guarulhos
Festa tem invasão de aeroporto e confronto com a PM
Polícia usou bombas de efeito moral, gás
lacrimogêneo e balas de borracha. Ao menos quatro torcedores do
Corinthians foram detidos
04/12/2012 12h50
A festa de embarque dos jogadores do Corinthians para disputar o Mundial de Clubes,
no Japão, terminou em confusão e quebra-quebra dos torcedores na área
de desembarque do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), na
madrugada desta terça-feira (4). Ao menos quatro pessoas foram detidas,
segundo a Polícia Militar.
Para conter os torcedores, a polícia teve que usar bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha. Em resposta, os torcedores jogaram pedras e garrafas de cerveja nos policiais, latas de lixo, arremessaram carrinhos de bagagem e quebraram carros que estavam estacionados no setor de desembarque.
Também quebraram câmeras de segurança do aeroporto e placas de sinalização. Ao menos quatro corintianos foram presos por atos de vandalismo, disse a PM.
Na hora do embarque, realizado na madrugada, nenhum torcedor estava no mezanino para ver a decolagem do avião com destino a Dubai.
Segundo a Polícia Militar, todas as torcidas que vão ao aeroporto, antes da viagem de seus times para o Mundial, tentam observar este momento. Pela baderna, os corintianos não puderam aproveitar a despedida da equipe.
Pouco antes da meia-noite, uma multidão de torcedores transformou o aeroporto em um estádio. Usando camisetas do time e faixas, os torcedores ocuparam todos os andares do aeroporto cantando as músicas do clube.
Os corintianos travaram escadas rolantes, amarraram faixas como se estivessem em um estádio. Os mais exaltados estouraram bombas dentro do aeroporto, esvaziaram extintores de incêndio e acenderam sinalizadores.
Enquanto 15 policiais observavam dentro do aeroporto a movimentação a distância esperando a chegada de reforço.
Antes de ocupar o aeroporto, ônibus com corintianos acompanharam o time até uma entrada para a pista do aeroporto, próximo a rodovia Hélio Smidt. Muitos torcedores penduraram nas grades de proteção para acenar para os jogadores.
Para conter os torcedores, a polícia teve que usar bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha. Em resposta, os torcedores jogaram pedras e garrafas de cerveja nos policiais, latas de lixo, arremessaram carrinhos de bagagem e quebraram carros que estavam estacionados no setor de desembarque.
Também quebraram câmeras de segurança do aeroporto e placas de sinalização. Ao menos quatro corintianos foram presos por atos de vandalismo, disse a PM.
Na hora do embarque, realizado na madrugada, nenhum torcedor estava no mezanino para ver a decolagem do avião com destino a Dubai.
Segundo a Polícia Militar, todas as torcidas que vão ao aeroporto, antes da viagem de seus times para o Mundial, tentam observar este momento. Pela baderna, os corintianos não puderam aproveitar a despedida da equipe.
Pouco antes da meia-noite, uma multidão de torcedores transformou o aeroporto em um estádio. Usando camisetas do time e faixas, os torcedores ocuparam todos os andares do aeroporto cantando as músicas do clube.
Os corintianos travaram escadas rolantes, amarraram faixas como se estivessem em um estádio. Os mais exaltados estouraram bombas dentro do aeroporto, esvaziaram extintores de incêndio e acenderam sinalizadores.
Enquanto 15 policiais observavam dentro do aeroporto a movimentação a distância esperando a chegada de reforço.
Antes de ocupar o aeroporto, ônibus com corintianos acompanharam o time até uma entrada para a pista do aeroporto, próximo a rodovia Hélio Smidt. Muitos torcedores penduraram nas grades de proteção para acenar para os jogadores.
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