10/04/2013
Polícia Federal em Londrina tem novo chefe
Londrina - O delegado Guilherme Monseff de Biagi assumiu a chefia da Polícia Federal em Londrina. A portaria que confirma a saída de Cleo Matusiak Mazzotti do cargo foi publicada na edição de ontem no Diário Oficial da União.
Biagi veio de Foz do Iguaçu e já exercia a função desde janeiro, mas aguardava a nomeação para assumir o cargo de forma definitiva. O delegado chefe afirma que as ações de combate ao contrabando e tráfico de drogas são a principal demanda da região de Londrina.
"Temos uma região bem extensa para trabalhar. O foco tanto da Polícia Federal quanto meu como delegado que já trabalhei em fronteira é o tráfico e o contrabando. O que entra de maconha, cocaína e crack vem das fronteiras, Foz e Guaíra. Londrina é rota de passagem para São Paulo e é destino também, porque temos uma população elevada", analisa o novo delegado chefe, que ressalta estar atento também a casos de desvio de verba pública e corrupção.
Questionado sobre pirataria, Biagi afirma que o problema é social e envolve diversos setores do poder público. "É uma questão social, de renda, que traz responsabilidades a todos os poderes. Não é chegar lá e fechar. As pessoas que trabalham lá precisam sobreviver. Apenas uma ação repressiva da Polícia Federal não resolve", afirmou.
Biagi veio de Foz do Iguaçu e já exercia a função desde janeiro, mas aguardava a nomeação para assumir o cargo de forma definitiva. O delegado chefe afirma que as ações de combate ao contrabando e tráfico de drogas são a principal demanda da região de Londrina.
"Temos uma região bem extensa para trabalhar. O foco tanto da Polícia Federal quanto meu como delegado que já trabalhei em fronteira é o tráfico e o contrabando. O que entra de maconha, cocaína e crack vem das fronteiras, Foz e Guaíra. Londrina é rota de passagem para São Paulo e é destino também, porque temos uma população elevada", analisa o novo delegado chefe, que ressalta estar atento também a casos de desvio de verba pública e corrupção.
Questionado sobre pirataria, Biagi afirma que o problema é social e envolve diversos setores do poder público. "É uma questão social, de renda, que traz responsabilidades a todos os poderes. Não é chegar lá e fechar. As pessoas que trabalham lá precisam sobreviver. Apenas uma ação repressiva da Polícia Federal não resolve", afirmou.
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