Esquema ‘lavava’ dinheiro da pirataria com
imóveis
Além de três policiais, outras 21 pessoas foram detidas durante a operação
O esquema de falsificação e pirataria, desbaratado pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Apucarana na terça-feira (9), utilizava cheques como "moeda corrente". Durante as diligências, os promotores apreenderam mais de R$ 2 milhões em cheques em uma só empresa.Um dos empresários detidos tinha em seu nome mais de 40 imóveis. Outro havia acabado de comprar uma fazenda no valor de R$ 10 milhões. "Os cheques só eram depositados em transações de terceiros. Nunca para pagar algo relacionado às empresas usadas no esquema. É por isso que as atividades operacionais do esquema ficavam escondidas", argumentou.
Propina
Além do trio, outras 21 pessoas foram detidas durante a operação. Os policiais foram encaminhados para Curitiba. Os demais estão presos na unidade dois da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL 2) e um policial militar da reserva está recolhido ao 10º BPM.
Todos são acusados de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e corrupção - ativa e passiva.
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