A Polícia Militar cercou o minipresidio Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa, após a rebelião. Detentos fizeram três agentes carcerários como refénsPresos fazem rebelião com três reféns em minipresídio de Ponta Grossa
Ação teria iniciado quando agentes do Corpo de Bombeiros entraram para atender um susposto detento ferido
19/04/2013OS DETENTO DO MINI PRESIDIO Hildebrando de Souza
O esquema da rebelião teria começado no meio da tarde, quando agentes do Corpo de Bombeiros foram chamados para atender um dos presos, que supostamente estaria ferido. Na entrada, o carcereiro que acompanhava o socorrista foi capturado e feito refém. Na tentativa de controle, outros dois funcionários do presídio teriam sido pegos pelos detentos, sendo enrolados e amarrados com colchões.
Parentes dos presos estão ao redor do prédio acompanhando a rebelião. Uma comissão formada pela PM, Polícia Civil, Guarda Municipal e Poder Judiciário também está presente no local para negociar com os presidiários. O Batalhão de Operações Especiais (BOPE) de Curitiba foi para Ponta Grossa para ajudar na ocorrência.
O minipresidio Hildebrando de Souza tem capacidade para 180 presos, mas hoje possui uma população de cerca de 500 ocupantes.
Rebelião em Ponta Grossaampliar
Dezenas de parentes dos presos concentram-se em uma rua próxima ao presídio Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa, em busca de notícias dos familiaresLuciano Mendes / Agência de Notícias Gazeta do Pov
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