14/05/2013
Golpe do bilhete ainda faz vítimas
Cambé - Apesar de ser um dos golpes mais antigos aplicados na praça, ainda tem gente perdendo seu dinheiro com o tal do "bilhete premiado". Muitas pessoas estão caindo na conversa mole de uma quadrilha que age em toda a região de Londrina. Quem se deixou levar perdeu R$ 500, joias e até milhares de reais por um bilhetinho da Quina sem valor.
De acordo com o delegado da Polícia Civil de Cambé (Região Metropolitana de Londrina), Jorge Barbosa, que está apurando o caso, várias denúncias e provas chegaram nas últimas semanas. "Ficamos sabendo que um dos bilhetes trocados foi feito em Ibiporã, mas sabemos que a quadrilha tem atuado em toda a região Norte. Acreditamos que há vítimas em Rolândia, Londrina, Cambé", explicou Barbosa.
Informações que estão chegando à autoridade policial dão conta de que os estelionatários agem em casais. "Segundo o que ouvimos das vítimas, o golpe é aplicado por dois casais. Um dos homens usa camisa branca e sempre está acompanhado de uma mulher morena e baixinha. Já o outro casal só sabemos que tem uma loira alta, não temos muitos detalhes do homem que age com ela", acrescenta Barbosa.
Se forem presos e condenados, poderão cumprir pena de um a cinco anos de reclusão pelo crime de estelionato.
O delegado comenta que desde que entrou na Polícia Civil, há décadas, investiga esse tipo de golpe. "Não sei como uma pessoa ainda pode cair num golpe desse", afirmou Barbosa, dando detalhes da ação criminosa. "Essa quadrilha vai até a lotérica um dia depois do sorteio e aposta os mesmos números sorteados. Com isso, sem mostrar a data da aposta, engana a vítima dizendo que trocariam a premiação do suposto bilhete por um valor bem inferior", relata.
Barbosa diz que, geralmente, são pessoas mais simples que caem nesse tipo de golpe. No entanto, nos últimos casos que apurou, teve até fazendeira trocando milhares de reais pelo "bilhete premiado" . "Teve gente que trocou R$ 500, outra ofereceu suas joias e uma fazendeira que deu R$ 10 mil pelo bilhete", contou ele.
O delegado diz que quem tiver alguma informação sobre a quadrilha de estelionatários pode ligar nos telefones 181 da Polícia Militar, e 197 da Civil.
De acordo com o delegado da Polícia Civil de Cambé (Região Metropolitana de Londrina), Jorge Barbosa, que está apurando o caso, várias denúncias e provas chegaram nas últimas semanas. "Ficamos sabendo que um dos bilhetes trocados foi feito em Ibiporã, mas sabemos que a quadrilha tem atuado em toda a região Norte. Acreditamos que há vítimas em Rolândia, Londrina, Cambé", explicou Barbosa.
Informações que estão chegando à autoridade policial dão conta de que os estelionatários agem em casais. "Segundo o que ouvimos das vítimas, o golpe é aplicado por dois casais. Um dos homens usa camisa branca e sempre está acompanhado de uma mulher morena e baixinha. Já o outro casal só sabemos que tem uma loira alta, não temos muitos detalhes do homem que age com ela", acrescenta Barbosa.
Se forem presos e condenados, poderão cumprir pena de um a cinco anos de reclusão pelo crime de estelionato.
O delegado comenta que desde que entrou na Polícia Civil, há décadas, investiga esse tipo de golpe. "Não sei como uma pessoa ainda pode cair num golpe desse", afirmou Barbosa, dando detalhes da ação criminosa. "Essa quadrilha vai até a lotérica um dia depois do sorteio e aposta os mesmos números sorteados. Com isso, sem mostrar a data da aposta, engana a vítima dizendo que trocariam a premiação do suposto bilhete por um valor bem inferior", relata.
Barbosa diz que, geralmente, são pessoas mais simples que caem nesse tipo de golpe. No entanto, nos últimos casos que apurou, teve até fazendeira trocando milhares de reais pelo "bilhete premiado" . "Teve gente que trocou R$ 500, outra ofereceu suas joias e uma fazendeira que deu R$ 10 mil pelo bilhete", contou ele.
O delegado diz que quem tiver alguma informação sobre a quadrilha de estelionatários pode ligar nos telefones 181 da Polícia Militar, e 197 da Civil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário