Padrasto foi o mandante do assassinato do menino Gabriel, diz delegado
A polícia afirma que o padrasto encomendou a
dois homens a morte de Gabriel Vieira porque sentia ciúmes do
relacionamento entre o menino e a mãe da criança
A Polícia Civil afirmou, nesta quarta-feira (10), que a morte de Gabriel Henrique Vieira, de 13 anos - assassinado em 12 de setembro, no bairro Umbará, em Curitiba - foi encomendada pelo próprio padrasto do menino. Segundo o delegado Rubens Recalcatti, da Delegacia de Homicídios,
as investigações apontam que o padrasto contratou dois pistoleiros para
executar o garoto porque queria viver com a mãe do menino, sem
interferência.
O padrasto de Gabriel foi identificado como Davi Moraes Mendes, de 32 anos, considerado foragido pela polícia. Os dois homens suspeitos pelo assassinato foram presos na terça-feira (9), na região de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná. Os suspeitos foram identificados como Valdinei Lúcio, de 20 anos, e Sidney Lúcio, de 23 anos, conhecidos como “Irmãos Paraguaios”. Segundo Recalcatti, eles confessaram o crime e afirmaram que, na noite anterior ao assassinato, foram contratados por Mendes para matar o garoto.
A polícia afirma que Mendes encomendou a morte de Gabriel porque sentia ciúmes do relacionamento entre Gabriel e a mãe da criança. Em 2007, quando foi morar com a mãe do menino, o padrasto já teria ameaçado o garoto de morte, segundo o delegado. Outro provável motivo apontado pela delegacia é o fato de Gabriel ser herdeiro de uma casa avaliada em R$ 600 mil, deixada pelo pai dele. Segundo o delegado, Mendes estaria de olho na residência.
O crime
O estudante foi encontrado morto em uma área verde, no bairro Umbará, por volta das 7h20 do dia 12 de setembro. O crime foi cometido no percurso entre a casa do menino e o Colégio Estadual Padre Claudio Morelli, onde ele cursava o 7.º ano. O corpo tinha sinais de perfurações no abdômen, na axila, costas e dois cortes profundos no pescoço.
No dia 20 de setembro, Recalcatti declarou que a solução do caso iria surpreender a sociedade, mas que ainda não podia dar mais detalhes a respeito dos autores. A prisão preventiva de pelo menos dois envolvidos foi pedida no dia 1° deste mês.
Manifestação
Familiares do garoto, moradores do bairro e alunos chegaram a fazer um protesto em frente ao Colégio Estadual Padre Claudio Morelli, onde estudava o adolescente, no dia 17 de setembro. Os manifestantes seguravam cartazes e usam apitos para pedir por mais segurança e justiça.
O padrasto de Gabriel foi identificado como Davi Moraes Mendes, de 32 anos, considerado foragido pela polícia. Os dois homens suspeitos pelo assassinato foram presos na terça-feira (9), na região de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná. Os suspeitos foram identificados como Valdinei Lúcio, de 20 anos, e Sidney Lúcio, de 23 anos, conhecidos como “Irmãos Paraguaios”. Segundo Recalcatti, eles confessaram o crime e afirmaram que, na noite anterior ao assassinato, foram contratados por Mendes para matar o garoto.
A polícia afirma que Mendes encomendou a morte de Gabriel porque sentia ciúmes do relacionamento entre Gabriel e a mãe da criança. Em 2007, quando foi morar com a mãe do menino, o padrasto já teria ameaçado o garoto de morte, segundo o delegado. Outro provável motivo apontado pela delegacia é o fato de Gabriel ser herdeiro de uma casa avaliada em R$ 600 mil, deixada pelo pai dele. Segundo o delegado, Mendes estaria de olho na residência.
O crime
O estudante foi encontrado morto em uma área verde, no bairro Umbará, por volta das 7h20 do dia 12 de setembro. O crime foi cometido no percurso entre a casa do menino e o Colégio Estadual Padre Claudio Morelli, onde ele cursava o 7.º ano. O corpo tinha sinais de perfurações no abdômen, na axila, costas e dois cortes profundos no pescoço.
No dia 20 de setembro, Recalcatti declarou que a solução do caso iria surpreender a sociedade, mas que ainda não podia dar mais detalhes a respeito dos autores. A prisão preventiva de pelo menos dois envolvidos foi pedida no dia 1° deste mês.
Manifestação
Familiares do garoto, moradores do bairro e alunos chegaram a fazer um protesto em frente ao Colégio Estadual Padre Claudio Morelli, onde estudava o adolescente, no dia 17 de setembro. Os manifestantes seguravam cartazes e usam apitos para pedir por mais segurança e justiça.
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