01/11/2012
Sem alvará, ferro-velho é interditado na Vila Yara
No local foram encontrados chassis sem comprovação de origem; polícia quer coibir receptação de peças de veículos
Doze estabelecimentos foram vistoriados ontem, durante operação conjunta da Polícia Civil, prefeitura e Receita Estadual
Londrina - Uma empresa
especializada na venda de peças usadas de veículos, localizada na Vila
Yara, zona leste de Londrina, foi interditada ontem, porque não possuía
alvará de licença para funcionar. No pátio também foram encontrados
chassis e carcaças cujas origens não tinham comprovação.
''Ele (proprietário da empresa) teria obrigação de explicar a procedência de dois veículos e outras duas carcaças de camionetes, porque não é usual isso. Eles estão cortando as numerações e isso é sinônimo de fraude'', afirmou o investigador da 10 Subdivisão Policial de Londrina (SDP), Adilson Ribeiro.
O responsável pelo estabelecimento foi multado pela Secretaria de Fazenda de Londrina. ''Ela está sem alvará de licença. De momento vamos interditá-la e fazer um auto de infração, que pode culminar em multa. O valor é baseado pelo metro quadrado do imóvel'', explicou o fiscal do município, Miguel Palugan.
Um homem que trabalhava no estabelecimento foi encaminhado à 10 SDP. O proprietário do ferro-velho, segundo a polícia, está foragido.
A operação nos ferros-velhos começou logo cedo e contou com a participação de policiais civis, fiscais da Secretaria de Fazenda e da Receita Estadual. Ao todo, 12 empresas foram fiscalizadas. ''A maioria das empresas tem irregularidades fiscais com o Município e o Estado. Além disso, há denúncias que esses estabelecimentos estariam revendendo produtos de furto e roubos'', explicou Ribeiro.
A operação é uma resposta a um sério problema de segurança pública: o roubo ou furto de veículos. A 10 SDP registrou no primeiro semestre 649 roubos a carros, o maior índice dos últimos seis anos, e 608 furtos. Por dia, em média, foram 6,9 veículos roubados ou furtados nas ruas de Londrina (o índice de recuperação ficou na casa dos 70%).
Investigações apontam que parte desses automóveis vai parar nos ferros-velhos de Londrina e região. ''A operação é para coibir a receptação de carros, já que as peças revendidas separadamente têm maior valor. Eliminando ou punindo o receptador, você quebra o elo de ligação do produto roubado nas ruas e, consequentemente, há a diminuição do crime'', difiniu o chefe do setor de Furtos e Roubos da 10 SDP,
''Ele (proprietário da empresa) teria obrigação de explicar a procedência de dois veículos e outras duas carcaças de camionetes, porque não é usual isso. Eles estão cortando as numerações e isso é sinônimo de fraude'', afirmou o investigador da 10 Subdivisão Policial de Londrina (SDP), Adilson Ribeiro.
O responsável pelo estabelecimento foi multado pela Secretaria de Fazenda de Londrina. ''Ela está sem alvará de licença. De momento vamos interditá-la e fazer um auto de infração, que pode culminar em multa. O valor é baseado pelo metro quadrado do imóvel'', explicou o fiscal do município, Miguel Palugan.
Um homem que trabalhava no estabelecimento foi encaminhado à 10 SDP. O proprietário do ferro-velho, segundo a polícia, está foragido.
A operação nos ferros-velhos começou logo cedo e contou com a participação de policiais civis, fiscais da Secretaria de Fazenda e da Receita Estadual. Ao todo, 12 empresas foram fiscalizadas. ''A maioria das empresas tem irregularidades fiscais com o Município e o Estado. Além disso, há denúncias que esses estabelecimentos estariam revendendo produtos de furto e roubos'', explicou Ribeiro.
A operação é uma resposta a um sério problema de segurança pública: o roubo ou furto de veículos. A 10 SDP registrou no primeiro semestre 649 roubos a carros, o maior índice dos últimos seis anos, e 608 furtos. Por dia, em média, foram 6,9 veículos roubados ou furtados nas ruas de Londrina (o índice de recuperação ficou na casa dos 70%).
Investigações apontam que parte desses automóveis vai parar nos ferros-velhos de Londrina e região. ''A operação é para coibir a receptação de carros, já que as peças revendidas separadamente têm maior valor. Eliminando ou punindo o receptador, você quebra o elo de ligação do produto roubado nas ruas e, consequentemente, há a diminuição do crime'', difiniu o chefe do setor de Furtos e Roubos da 10 SDP,
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