Pedido para investigar Lula é "lamentável", diz Maia
Para o presidente da Câmara, "página do
mensalão" está "virada". Em depoimento ao Ministério Público,
publicitário Marcos Valério citou o ex-presidente
01/11/2012
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), considerou "lamentável" a eventual retomada de investigações sobre o mensalão com novo depoimento do publicitário Marcos Valério ao Ministério Público.
"A expectativa de todos e da sociedade é que essa página do mensalão
seja virada com o julgamento do Supremo Tribunal Federal. É lamentável a
tentativa de querer retomar o processo de investigação no momento do
julgamento", disse Maia.
"Eu colocaria essas afirmações, esse suposto novo depoimento, no que chamamos de 'jus sperniandi'. Depois de todas as investigações feitas, não cabe ilação sobre esse tema, principalmente nessa direção de envolver o ex-presidente Lula. Isso já foi exaustivamente investigado pelo Ministério Público e pelo próprio Supremo. Não deve ser levada em consideração", disse.
Reportagem publicada na edição desta quinta-feira (1º) do jornal O Estado de S.Paulo revela que o publicitário Marcos Valério prestou depoimento ao Ministério Público, no mês de setembro, citando Lula e o ex-ministro Antônio Palocci no esquema. Apontado na denúncia do Ministério Público como o operador do mensalão, Marcos Valério foi condenado no julgamento do Supremo pelos crimes de corrupção ativa, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e peculato.
"Eu colocaria essas afirmações, esse suposto novo depoimento, no que chamamos de 'jus sperniandi'. Depois de todas as investigações feitas, não cabe ilação sobre esse tema, principalmente nessa direção de envolver o ex-presidente Lula. Isso já foi exaustivamente investigado pelo Ministério Público e pelo próprio Supremo. Não deve ser levada em consideração", disse.
Reportagem publicada na edição desta quinta-feira (1º) do jornal O Estado de S.Paulo revela que o publicitário Marcos Valério prestou depoimento ao Ministério Público, no mês de setembro, citando Lula e o ex-ministro Antônio Palocci no esquema. Apontado na denúncia do Ministério Público como o operador do mensalão, Marcos Valério foi condenado no julgamento do Supremo pelos crimes de corrupção ativa, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e peculato.
Valério cita Lula e Palocci em novo depoimento ao MPF
Depoimento é mantido sob sigilo, mas há
relatos de que ele fez menção a outras remessas de recursos para o
exterior além da julgada pelo Supremo no mensalão
01/11/2012
Empresário condenado como o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza
prestou depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) no fim de
setembro. Espontaneamente, marcou uma audiência com o procurador-geral
da República, Roberto Gurgel. Fez relatos novos e
afirmou que, se for incluído no programa de proteção à testemunha - o
que o livraria da cadeia -, poderá dar mais detalhes das acusações.
Dias depois do novo depoimento, Valério formalizou o pedido para sua inclusão no programa de testemunhas enviando um fax ao Supremo Tribunal Federal. O depoimento é mantido sob sigilo. Segundo investigadores, há menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ex-ministro Antonio Palocci e
a outras remessas de recursos para o exterior além da julgada pelo
Supremo no mensalão - o tribunal analisou o caso do dinheiro enviado a
Duda Mendonça em Miami e acabou absolvendo o publicitário.
Ainda no recente depoimento à Procuradoria, Valério disse já ter sido ameaçado de morte e falou sobre um assunto com o qual parecia não ter intimidade: o assassinato em 2002 do então prefeito de Santo André, Celso Daniel.
A “troca” proposta pelo empresário mineiro, se concretizada, poderá livrá-lo da prisão porque as testemunhas incluídas no programa de proteção acabam mudando de nome e passam a viver em local sigiloso tentando ter uma vida normal. No caso da condenação do mensalão, Valério será punido com regime fechado de detenção. A pena ultrapassou 40 anos - o tempo da punição ainda poderá sofrer alterações no processo de dosimetria. O empresário ainda responde a pelo menos outras dez ações criminais, entre elas a do mensalão mineiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Procurador-geral não comenta relato de Marcos Valério
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, não quis comentar nesta quarta-feira (31) o novo depoimento prestado pelo empresário Marcos Valério, condenado no julgamento do mensalão como o operador do esquemaAinda no recente depoimento à Procuradoria, Valério disse já ter sido ameaçado de morte e falou sobre um assunto com o qual parecia não ter intimidade: o assassinato em 2002 do então prefeito de Santo André, Celso Daniel.
A “troca” proposta pelo empresário mineiro, se concretizada, poderá livrá-lo da prisão porque as testemunhas incluídas no programa de proteção acabam mudando de nome e passam a viver em local sigiloso tentando ter uma vida normal. No caso da condenação do mensalão, Valério será punido com regime fechado de detenção. A pena ultrapassou 40 anos - o tempo da punição ainda poderá sofrer alterações no processo de dosimetria. O empresário ainda responde a pelo menos outras dez ações criminais, entre elas a do mensalão mineiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Saúde libera R$ 7,4 milhões para próteses dentárias
Portaria do Ministério da Saúde publicada
nesta quinta-feira (1º) no Diário Oficial da União libera R$ 7,4 milhões
para a produção de próteses dentárias no país. Ao todo, 18 estados
serão contemplados – Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato
Groso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piuí, Paraná, Rio
de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina,
Sergipe e São Paulo.
De acordo com o texto, a decisão foi tomada devido à necessidade de implementação de laboratórios regionais de próteses dentárias, ampliando o acesso às ações de reabilitação em saúde bucal.
Os recursos liberados serão incorporados ao Teto Financeiro Anual do Bloco de Atenção de Média e Alta Complexidade dos Estados e Municípios,
De acordo com o texto, a decisão foi tomada devido à necessidade de implementação de laboratórios regionais de próteses dentárias, ampliando o acesso às ações de reabilitação em saúde bucal.
Os recursos liberados serão incorporados ao Teto Financeiro Anual do Bloco de Atenção de Média e Alta Complexidade dos Estados e Municípios,
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