sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

01 de Fevereiro de 2013

Mãe aciona PM para conseguir que filha fosse atendida por médico

A direção do Hospital da Providência ainda não se manifestou sobre o caso


Mais um caso de intervenção da Polícia Militar (PM) para viabilizar atendimento médico foi registrado em Apucarana nesta semana. Situação similar ocorreu em 8 de janeiro, quando o marido de uma gestante acionou a PM para conseguir que a esposa fizesse consulta médica.

De acordo com fontes da 17ª Subdivisão Policial (SDP), Kelly Cristina Pallombelo Magalhães registrou boletim de ocorrência (nº 105168) na quarta-feira (30) dando conta sobre suposta omissão de socorro ocorrida no Hospital da Providência, às 19 horas de terça-feira (29).

Ela relatou que é beneficiária do Plano de Saúde Unimed e levou a filha de 12 anos com hemorragia para receber atendimento médico no Hospital da Providência. Segundo Kelly, um atendente teria afirmado que naquele momento não havia nenhum médico especializado para atender esse tipo de caso.

Em seguida mãe e filha foram encaminhadas à unidade materno infantil do Providência, mas o médico de plantão então teria afirmado que não atendia pela Unimed.

Retificação - O pai de Kelly, o radialista e vereador Luiz Magalhães, no entanto, fez uma retificação. Ao contrário do informado anteriormente pela polícia, até então mãe e filha não tinham ido ao Pronto Atendimento Municipal (PAM) e sim foram informadas que era necessário um encaminhamento da UPA ao Hospital da Providência para que o médico atendesse a criança.
Mas como a demora persistia, Kelly então acionou a PM, pois ficou desesperada com o estado de saúde da filha de 12 anos, que ainda não teria sido medicada.

Com intervenção da polícia, a menina enfim foi atendida por um médico no Providência, pelo convênio com a Unimed. Kelly pede providências às autoridades, alegando omissão de socorro.

Outro caso - No dia 8 de janeiro, Emérson Luiz Fávaro registrou boletim de ocorrência (nº 35.576) na 17ª SDP sobre outra suposta omissão de socorro relativa a atendimento negado à sua esposa grávida. Naquela oportunidade, a gestante também só foi atendida após a intervenção na PM.

A direção do Hospital da Providência foi contatada por telefone, mas ainda não se manifestou sobre o caso.

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