Gaeco prende dono de construtora e mais quatro
Ex-prefeito de Mandaguari é suspeito de estelionato na venda de 13 condomínios residenciais em Londrina
A Iguaçu ainda não está proibida de fazer novas vendas, mas o Gaeco pretende tomar novas medidas contra a empresa
Caseiro e empregada são detidos como proprietários formais de empresa
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) prendeu ontem o ex-prefeito de Mandaguari Carlos Alberto Campos de Oliveira e mais quatro pessoas ligadas à construtora Iguaçu do Brasil, por suspeita de falsidade ideológica, formação de quadrilha e estelionato na comercialização de 13 condomínios residenciais em Londrina. A ação, por meio da Operação Casa de Papel, busca evitar que mais pessoas possam ser lesadas e facilitar as investigações sobre denúncias feitas no órgão no mês passado. Um grupo de 40 pessoas acusa a Iguaçu de vender imóveis em terrenos que não estão quitados, não estão registrados como de propriedade da construtora e para os quais não há licença de loteamento na prefeitura.
As detenções são temporárias e válidas por cinco dias. O delegado do Gaeco, Alan Flore, afirma que mais mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo juiz da 5ª Vara Criminal, Paulo Roldão, mas não quis especificar quantos. Ainda resta ao menos um para ser cumprido, do gerente de vendas de um dos empreendimentos, que, segundo Flore, já foi acusado anteriormente de estelionato.
Apontado como dono de fato da construtura, Oliveira foi preso ontem, em Maringá. Ele é ex-prefeito de Mandaguari e se apresenta como diretor da empresa. Formalmente, porém, a Iguaçu pertence a um casal de 24 anos. Os dois afirmam trabalhar como caseiro e empregada doméstica na casa do empresário, em Maringá, com salários de R$ 900 e R$ 750 ao mês. Eles foram detidos em Mandaguari e encaminhados a Londrina, onde contaram que sempre assinaram, sem ler, documentos a pedido do patrão. Também estão presos em Londrina dois homens que têm cargos de direção na Iguaçu.
Flore conta que o Gaeco e a Promotoria de Defesa do Consumidor instauraram inquérito para averiguar as denúncias e houve indícios de que os clientes da empresa seriam lesados. "Apuramos que a construtora estava registrada em nome de um casal que, de fato, não era efetivamente o proprietário dessa empresa", diz o delegado. Os promotores ainda não ouviram depoimentos formais dos envolvidos, mas a justificativa dada pelo casal é de que não sabiam o que ocorria. "Provavelmente eram pessoas manipuladas que agiam de acordo com as orientações desse indivíduo", justifica Flore.
Ele lembra ainda que pagamentos pelos terrenos onde são construídos os empreendimentos não foram realizados corretamente e que não seria possível comercializar os lotes sem licenciamento da prefeitura. No entanto, a Iguaçu ainda não está proibida de fazer novas vendas, mas o Gaeco pretende tomar novas medidas contra a empresa. Ainda não há informações sobre o número de pessoas que seriam lesadas ou o valor total que foi pago pelos imóveis.
As detenções são temporárias e válidas por cinco dias. O delegado do Gaeco, Alan Flore, afirma que mais mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo juiz da 5ª Vara Criminal, Paulo Roldão, mas não quis especificar quantos. Ainda resta ao menos um para ser cumprido, do gerente de vendas de um dos empreendimentos, que, segundo Flore, já foi acusado anteriormente de estelionato.
Apontado como dono de fato da construtura, Oliveira foi preso ontem, em Maringá. Ele é ex-prefeito de Mandaguari e se apresenta como diretor da empresa. Formalmente, porém, a Iguaçu pertence a um casal de 24 anos. Os dois afirmam trabalhar como caseiro e empregada doméstica na casa do empresário, em Maringá, com salários de R$ 900 e R$ 750 ao mês. Eles foram detidos em Mandaguari e encaminhados a Londrina, onde contaram que sempre assinaram, sem ler, documentos a pedido do patrão. Também estão presos em Londrina dois homens que têm cargos de direção na Iguaçu.
Flore conta que o Gaeco e a Promotoria de Defesa do Consumidor instauraram inquérito para averiguar as denúncias e houve indícios de que os clientes da empresa seriam lesados. "Apuramos que a construtora estava registrada em nome de um casal que, de fato, não era efetivamente o proprietário dessa empresa", diz o delegado. Os promotores ainda não ouviram depoimentos formais dos envolvidos, mas a justificativa dada pelo casal é de que não sabiam o que ocorria. "Provavelmente eram pessoas manipuladas que agiam de acordo com as orientações desse indivíduo", justifica Flore.
Ele lembra ainda que pagamentos pelos terrenos onde são construídos os empreendimentos não foram realizados corretamente e que não seria possível comercializar os lotes sem licenciamento da prefeitura. No entanto, a Iguaçu ainda não está proibida de fazer novas vendas, mas o Gaeco pretende tomar novas medidas contra a empresa. Ainda não há informações sobre o número de pessoas que seriam lesadas ou o valor total que foi pago pelos imóveis.
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