Papa critica liberação do uso de drogas em países da América Latina
Pontífice discursou durante visita ao Hospital São Francisco, na Tijuca. Ele também afirmou que os traficantes são os "mercadores da morte"
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Na primeira vez que fala publicamente sobre o problema das drogas desde o início de seu pontificado, o argentino deu as primeiras indicações de que, se seus gestos são novos e sua simpatia o transformou em um ícone global, ele não está disposto a mudar posições tradicionais da Igreja.
Com o tempo chuvoso no Rio, houve uma rápida recepção na base e o papa embarcou rapidamente no carro. Até chegar ao hospital, na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, o cortejo percorreu várias ruas do bairro, que desde as 16h ficaram bloqueadas ao tráfego. Milhares de pessoas aguardaram ao longo do percurso, sob a chuva e o frio desta tarde, a passagem do papa Francisco.às 17h40 na Base Aérea do Galeão.
Visita a Aparecida
O papa Francisco decolou de helicóptero por volta das 15h45 do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida em direção à base da Força Aérea Brasileira (FAB) de São José dos Campos, onde pegou um avião em direção ao Rio de Janeiro. Antes de embarcar, o pontífice desfilou mais uma vez de papamóvel pela cidade. Durante o trajeto, ele desceu do carro e cumprimentou algumas pessoas que estavam nas ruas.
No período da manhã, o pontífice celebrou uma missa no Santuário Nacional de Aparecida. O ato religioso teve início às 11 horas e terminou por volta das 12h30. Após a celebração, o pontífice abençoou o público, a partir de uma tribuna do santuário. Ele pediu que os fiéis rezassem por ele e disse que volta ao Brasil em 2017.
"Eu peço um favor, rezem por mim. Necessito. Que Deus os abençoe e Nossa Senhora Aparecida cuide de vocês. Até 2017, porque eu vou voltar", afirmou Francisco. Em 2017, fará 300 anos que a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no rio Paraíba do Sul, em São Paulo.
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