18/05/2013
Homem é preso por esquema milionário de fraudes
Curitiba - Policiais do Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce) prenderam ontem, em Curitiba, um golpista que comandava um esquema milionário de fraudes em indústrias do ramo de vestuário de seis Estados. A polícia calcula que o prejuízo causado a 18 empresas de pequeno e médio porte de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, seja superior a R$ 10 milhões.
O libanês Hamze Ahmad Barakat, de 50 anos, foi preso na capital e, segundo a polícia, atuava em conjunto com outro comparsa que já foi identificado, mas está no Líbano. O delegado titular do Nurce, Cassiano Aufiero, informou que a dupla criava empresas em nomes de laranjas e, por meio delas, compravam em larga escala de indústrias de vestuário e de calçados. Estas indústrias não eram pagas e os materiais adquiridos ilegalmente eram rapidamente revendidos para outros comércios por preços mais atrativos e até mesmo para lojas conhecidas.
"Como as empresas estavam em nomes de laranjas a dupla continuava atuando, sem pagar pelo produto adquirido. Das 18 indústrias que não receberam, grande parte já decretou falência e as demais estão indo pelo mesmo caminho. Eram compras grandes, de cerca de R$ 200 mil e R$ 300 mil, por isso o prejuízo foi enorme", ressaltou o delegado.
Durante a operação, foram encontradas duas lojas no centro da capital e mais duas no bairro Novo Mundo, que estavam vendendo as mercadorias adquiridas pelas empresas criadas por Hamze e seu comparsa. Duas delas pertencem inclusive aos investigados. Por causa das investigações, a polícia não divulgou os nomes das empresas que sofreram o golpe nem das lojas que estariam vendendo os produtos adquiridos de maneira ilegal.
Conforme a polícia, Hamze aliciava libaneses recém-chegados ao Brasil para que eles "emprestassem" o nome para a abertura de empresas para a prática dos golpes. "Conseguimos encontrar com o suspeito cinco CPFs falsos. Acreditamos que ele praticava o crime há cerca de um ano. Os laranjas também devem ser indiciados'', informou Aufiero.
Hamze e seu comparsa serão indiciados pelos crimes de receptação qualificada, estelionato, falsidade documental e formação de quadrilha. O Nurce deve pedir a prisão preventiva do outro envolvido e, quando for decretada, vai acionar a Interpol para garantir que ele cumpra sua pena no Brasil.
O libanês Hamze Ahmad Barakat, de 50 anos, foi preso na capital e, segundo a polícia, atuava em conjunto com outro comparsa que já foi identificado, mas está no Líbano. O delegado titular do Nurce, Cassiano Aufiero, informou que a dupla criava empresas em nomes de laranjas e, por meio delas, compravam em larga escala de indústrias de vestuário e de calçados. Estas indústrias não eram pagas e os materiais adquiridos ilegalmente eram rapidamente revendidos para outros comércios por preços mais atrativos e até mesmo para lojas conhecidas.
"Como as empresas estavam em nomes de laranjas a dupla continuava atuando, sem pagar pelo produto adquirido. Das 18 indústrias que não receberam, grande parte já decretou falência e as demais estão indo pelo mesmo caminho. Eram compras grandes, de cerca de R$ 200 mil e R$ 300 mil, por isso o prejuízo foi enorme", ressaltou o delegado.
Durante a operação, foram encontradas duas lojas no centro da capital e mais duas no bairro Novo Mundo, que estavam vendendo as mercadorias adquiridas pelas empresas criadas por Hamze e seu comparsa. Duas delas pertencem inclusive aos investigados. Por causa das investigações, a polícia não divulgou os nomes das empresas que sofreram o golpe nem das lojas que estariam vendendo os produtos adquiridos de maneira ilegal.
Conforme a polícia, Hamze aliciava libaneses recém-chegados ao Brasil para que eles "emprestassem" o nome para a abertura de empresas para a prática dos golpes. "Conseguimos encontrar com o suspeito cinco CPFs falsos. Acreditamos que ele praticava o crime há cerca de um ano. Os laranjas também devem ser indiciados'', informou Aufiero.
Hamze e seu comparsa serão indiciados pelos crimes de receptação qualificada, estelionato, falsidade documental e formação de quadrilha. O Nurce deve pedir a prisão preventiva do outro envolvido e, quando for decretada, vai acionar a Interpol para garantir que ele cumpra sua pena no Brasil.
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